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Saúde

Operação padrão de atendentes da central do Samu ainda não afetou atendimentos em Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O atraso de pagamentos do governo do Rio Grande do Sul também atinge a central de regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu. Em razão da falta de repasses de recursos, os funcionários decidiram realizar operação-padrão.

 

Desde às 19h de segunda-feira (10), apenas metade dos atendentes seguem recebendo ligações de emergência que chegam pelo número 192. A central estadual atende 146 municípios gaúchos.

 

O atendimento na central do SAMU é feito por uma empresa terceirizada, contratada pelo governo. Diferente do que ocorre com os servidores estaduais, os atendentes terceirizados não tiveram os salários parcelados. Eles não receberam nenhum valor até esta terça-feira (11).

 

Conforme o Secretário Municipal de Saúde, Luiz Artur Rosa Filho, ainda não há relatos de problemas ou demora no atendimento de saúde pelo SAMU em Passo Fundo. O secretário explicou que a cidade tem uma demanda média, de em torno de 10 chamados por dia. Isso se deve ao importante auxílio do Corpo de Bombeiros e também das ambulâncias particulares.

 

O secretário acredita que a greve pode ter contestação na justiça em breve, já que trata-se de um serviço essencial.