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Política

Serviços da Polícia Legislativa devem ser usados a favor do interesse público e não de senadores, afirma jurista

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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A Polícia Federal deflagrou na semana passada Operação Métis, que busca desarticular uma suposta organização que estaria atrapalhando investigações da Lava Jato. Houve apreensões nas dependências da Polícia Legislativa no prédio do Senado.

 

A investigação começou a partir de informações fornecidas por um policial legislativo. Ele revelou que, aparelhos de detecção de grampos, de poder da Polícia Legislativa, teriam sido usados por imóveis ligados a dois senadores e a dois ex-senadores. Dentre os nomes dos envolvidos está Fernando Collor (PTC), Lobão Filho (PMDB), Gleisi Hoffmann (PT) e José Sarney (PMDB).

 

Conforme o advogado Osmar Teixeira, as 3 grandes estruturas de Poder do Estado, executiva, legislativa e judiciária, tem a sua própria polícia. Segundo ele, o serviço tem como objetivo trabalhar pelo governo e pela lei, com fundamentos de interesse público.

 

O jurista afirmou que a Polícia Legislativa não pode atuar para fins particulares, especialmente dos senadores.