Justiça já soltou padrasto que estuprou bebê de 11 meses
Um jovem de 20 anos, morador de Serafina Corrêa, que foi preso por espancar e abusar sexualmente uma bebê de 11 meses de idade, já foi solto pelo Poder Judiciário.
O acusado foi preso no dia 29 de junho deste ano, durante uma ação deflagrada pela Polícia Civil, Brigada Militar e Conselho Tutelar. A sua prisão ocorreu no interior do Hospital São Vicente de Paulo em Passo Fundo.
Naquela data, a bebê foi internada no hospital e realizou vários exames, onde foi constatado que apresentava traumatismo craniano, fraturas pelo corpo e fissuras nos órgãos genitais. Inclusive, o resultado de conjunção carnal comprovou o estupro.
Os agentes da Polícia Civil, contando com apoio de integrantes do Núcleo de Policiamento Comunitário da Brigada Militar, levaram o padrasto e a mãe da criança até a delegacia, onde o jovem de 20 anos confessou ter costume de estuprar a menina. Ele destacou que não tinha desejo sexual, e sim ódio do bebê. Nas declarações da mãe, ela afirmou que desconfiava do companheiro, pois sempre que ele tentava pegar a sua filha no colo, ela chorava.
Diante da situação, a Delegada Carolina Goulart representou pela prisão preventiva do agressor, que foi deferida pela Juíza Plantonista da Comarca de Guaporé, área jurisdicional do município de Serafina Corrêa, onde a família residia.
O acusado foi recolhido ao Presídio de Passo Fundo e logo transferido para Soledade. Mas, depois foi encaminhado à casa prisional do município de Guaporé.
A Rádio Uirapuru não teve acesso a decisão judicial por motivo que o processo tramita em segredo de justiça. Porém, o acusado foi solto no último dia 13 de outubro através da liberdade provisória decretada por uma Juíza.
Informações obtidas, é de que a magistrada decidiu revogar a prisão preventiva do acusado por que ele estava correndo risco de vida ao ficar juntamente com a massa carcerária, e também o presídio não teria condições de mantê-lo em uma cela sozinho. Foi estipulado que o agressor deverá comparecer em Juízo a cada 15 dias.
A bebê vítima da violência, após reestabelecer a saúde recebeu alta hospitalar.
O nome do acusado não foi divulgado por preservação da vítima.
O caso foi investigado pela Polícia Civil de Serafina Corrêa.