Padres poderão perdoar pessoas que cometeram aborto e decisão marca o ano da misericórdia na igreja
cometeram aborto e procuram a Igreja Católica para se redimir. A orientação foi publicada em uma carta apostólica divulgada pelo Vaticano e marca o encerramento do Ano Santo do Jubileu, que foi dedicado ao tema da misericórdia.
O documento prevê várias instruções para que a misericórdia seja adotada como prática diária entre os católicos. Diante disso, os padres ficam livres para poder perdoar mulheres que cometeram aborto.
Conforme o padre responsável pela Catedral de Passo Fundo, Ari dos Reis, essa permissão até então era dada somente aos bispos. Mas, segundo ele, a igreja ao longo da história sempre agiu com misericórdia perdoando as pessoas que procuram se redimir dos erros cometidos.
Ele explicou que a decisão do papa é um processo amplo e coloca a ideia de uma igreja que está disposta a cuidar, zelar pela vida, e pela integridade moral e pela recuperação das pessoas. Com relação ao aborto, padre Ari frisou que a igreja defende o direito a vida dos cidadãos, desde a sua concepção até a morte do ser humano.
Conforme frisou, o Papa Francisco está cumprindo o seu projeto prometido, abrindo a igreja para dialogar, acolher e incluir as pessoas e grupos sociais no meio religioso.