Skip to content

Polícia

Mulher atropelada na saída para Ernestina é identificada e polícia faz buscas por motorista de caminhão

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

A mulher que foi atropelada e morta na saída para Ernestina na madrugada do último domingo (02) foi identificada como Marilei Rodrigues Pereira, de 51 anos. Ela é natural de Ibirapuitã, mas estaria residindo em Passo Fundo com um companheiro. De acordo com informações da polícia, ela seria usuária de drogas e teria saído de casa bastante alterada na noite do último sábado. Uma filha fez o reconhecimento do corpo após procurar a delegacia para registrar o desaparecimento da mãe.

Motorista se apresentou

Nesta segunda-feira (03) o homem que conduzia uma caminhonete que deixou uma mulher no antigo posto Basso, na saída para Ernestina na madrugada de domingo (02) prestou depoimento à Polícia Civil. Momentos após a mulher ser deixada no local, ela foi atropelada e morta por um caminhão. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), comandada pela delegada Daniela de Oliveira Minetto.

A Polícia Civil não deu muitos detalhes do depoimento do homem, mas a reportagem policial da Rádio Uirapuru apurou que o motorista relatou não conhecer a mulher e que apenas deu uma carona para ela. Agora, a Polícia busca identificar o condutor do caminhão envolvido no atropelamento.

O que se sabe

A reportagem policial da Rádio Uirapuru teve acesso a informações exclusivas do caso de um atropelamento que resultou na morte de uma mulher na madrugada do último domingo (02), na ERS 153, saída para Ernestina. Conforme uma testemunha, que viu as imagens do momento do atropelamento, a mulher teria sido deixada por uma caminhonete cabine dupla no pátio de um posto de combustível, nas imagens parece haver uma briga antes dela ser deixada no local. Ela parecia estar bastante desorientada e assustada e começou a bater na porta de caminhões que estavam pernoitando no posto. Um desses veículos arrancou e acabou atropelando a mulher, causando sua morte. O condutor não parou para prestar socorro. A suspeita é que o caminhoneiro pode ter se assustado e pensado que se poderia ser um assalto.