Cavalgada percorre trajetos de 14 a 42 km por dia mantendo tradições gaúchas
Cavalgada da Chama Crioula, organizada pelo grupo Cavaleiros do Planalto Médio, iniciou no último dia 15 de agosto e seguirá até o dia 24, percorrendo municípios do Rio Grande do Sul. A ação tem como objetivo manter viva a tradição gaúcha, promovendo a integração entre cavaleiros e entidades tradicionalistas. Segundo o patrão do CTG Cavaleiros do Planalto Médio, Idiomar Schleder Duarte, a programação envolve visitas a diferentes CTGs e encontros com autoridades locais.
De acordo com Duarte, a cavalgada começou no Parque de Eventos da Festa da Uva, em Caxias do Sul, e segue um trajeto diário que varia entre 14 km e 42 km por dia, totalizando 270,1 km percorridos até o final da atividade. O grupo passou por Nova Roma do Sul, Vila Flores, Casca, Camargo e outras localidades, mantendo o compromisso com o transporte da Chama Crioula, símbolo da tradição e da união das regiões.
O patrão relatou que o grupo chegou a Nova Roma do Sul após um trajeto de cerca de 40 km partindo da comunidade de São Marcos. Ele informou que os cavaleiros enfrentaram pequenas chuvas, mas o trajeto transcorreu sem incidentes e todos os integrantes estavam em boas condições físicas. Ao chegar, os participantes se dirigiram ao CTG local para receber autoridades e realizar a integração entre os grupos.
Segundo Duarte, a programação diária inclui deslocamento pela manhã, encontros com outros grupos de cavaleiros e momentos de alimentação coletiva, fortalecendo a união entre as entidades tradicionalistas. O cardápio previsto para a noite de segunda-feira incluiu carne de panela, molho com mandioca, arroz e saladas. A saída de Nova Roma do Sul para Vila Flores está prevista para as sete horas da manhã, com o trajeto percorrido por várias regiões de forma escalonada para organizar o trânsito e facilitar a logística do evento.
Duarte destacou ainda que a Chama Crioula integra a 7ª Região Tradicionalista, atingindo 41 municípios. Segundo ele, a cavalgada serve não apenas para transportar o símbolo, mas também para reforçar a conexão entre diferentes entidades, possibilitando a troca de experiências e a valorização das tradições gaúchas. A expectativa é que a redistribuição da Chama Crioula ocorra na quinta-feira em Casca, com a entrega final marcada para o encontro de patrões na Roselândia, em Passo Fundo, no domingo, dia 24 de agosto.