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Ponto e Contraponto: Câmara discute vetos e cenário político local ganha movimentação pré-eleitoral

Públicado em Por RD Uirapuru / Suélen Kommers

No quadro Ponto e Contraponto da Rádio Uirapuru, desta terça-feira (5), a jornalista Zulmara Colussi destacou pautas em discussão na Câmara de Vereadores de Passo Fundo, além de abordar movimentações políticas locais e críticas ao cenário nacional.

Zulmara informou que a sessão plenária da Câmara marcada para quarta-feira (6) não terá votações na ordem do dia, mas adiantou que dois vetos do Executivo devem entrar na pauta das próximas sessões. Um deles é um veto parcial ao projeto do vereador Cícero, que trata da reserva de vagas em escolas da rede pública conveniada para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. O outro é um veto total ao projeto da vereadora Marina Bernardes, que propõe a instalação de bueiros inteligentes com sistema de retenção de resíduos. A jornalista observou que o Executivo pode ter vetado o projeto por gerar despesas, mas avaliou que a proposta pode ser aproveitada como sugestão de política pública.

A jornalista também mencionou que publicará, na coluna desta quarta-feira (7), durante o jornal especial de aniversário do município, informações sobre uma movimentação política em curso visando as eleições de 2026. Segundo ela, trata-se de um “sinal importante” de articulação em consolidação. Zulmara ainda comentou a repercussão local da tarifa de importação anunciada pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. De acordo com a análise, o impacto em Passo Fundo deve ser indireto, já que o município não exporta diretamente para os EUA, mas abriga empresas que atuam como intermediárias em operações internacionais.

Por fim, Zulmara criticou a atuação de um grupo de parlamentares que, segundo ela, impediu a abertura dos trabalhos no Congresso Nacional ao protestar por anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro. “A sociedade brasileira tem pautas muito mais importantes do que essa”, afirmou. Ela destacou que os parlamentares são pagos com recursos públicos e têm a obrigação de representar os interesses da população.

Ouça o comentário na íntegra: