Vereador Ronaldo Rosa propõe número mínimo de vagas para apenados do semiaberto no PAC: ideia é ressocialização
A segurança pública é uma preocupação constante das autoridades em Passo Fundo. Estão em andamento as obras para a construção da nova cadeia pública da cidade, uma vez que a atual casa prisional está superlotada.
Mas, mais importante do que um espaço para que quem cometeu um crime pague sua pena, está a ressocialização. O termo se refere a devolver essa pessoa em condições de viver em sociedade, sem cometer novos crimes, após ter errado e cumprido sua pena. No entanto, isso pode ser um desafio.
Neste contexto, o vereador Ronaldo Rosa (PSD) propôs a destinação de um número mínimo de vagas no Programa Apoiar e Comprometer (PAC), uma iniciativa municipal, para apenados que estão no regime semiaberto.
O PAC, atualmente, é uma importante ferramenta que garante trabalho na cidade, com seus integrantes realizando serviços nas ruas, usando o conhecido uniforme na cor laranja. O programa é voltado para pessoas de baixa renda.
O vereador Ronaldo explicou que hoje existem 300 vagas gerais no PAC, e sua proposta destina 15 delas para apenados do semiaberto. Ele destacou que o objetivo é, na prática, incentivar e criar alternativas de ressocialização.
O parlamentar também ressaltou que a iniciativa privada, muitas vezes, não oferece oportunidades para essas pessoas, cabendo assim ao poder público fornecer ferramentas para que elas possam retornar à sociedade de forma digna.