Ponto e Contraponto: União Brasil e Progressistas devem formar maior bancada em 2026
Foto Reprodução internet
Durante sua participação no programa Ponto e Contraponto desta segunda-feira (16), na Rádio Uirapuru, a jornalista Zulmara Colussi destacou que a Câmara de Vereadores de Passo Fundo realiza sessão plenária nesta tarde, sem votação de projetos. Ela também informou que, nesta terça-feira (17), ocorre uma audiência pública para debater o projeto de subsídio ao transporte público municipal. A audiência foi proposta após reunião da Comissão de Finanças, considerada insuficiente por parte da oposição para esclarecer dúvidas sobre o tema.
Zulmara também abordou movimentações partidárias no cenário estadual. Conforme relatou, o ex-ministro Onyx Lorenzoni oficializa hoje sua filiação ao Progressistas, partido ao qual também pretende se unir seu filho, Rodrigo Lorenzoni, deputado estadual. No entanto, como a janela partidária ainda não está aberta, Rodrigo necessita de anuência do PL, legenda pela qual foi eleito, para não perder o mandato. Segundo Zulmara, há divergências internas no PL que motivaram a saída de Onyx e podem influenciar o processo.
A jornalista também mencionou disputas dentro do União Brasil em Passo Fundo. De acordo com ela, os vereadores Rafael Colussi e Sinhara Carvalho demonstram interesse em trocar de partido, o que ainda depende de viabilidade jurídica e política. “Está difícil, talvez só com a janela partidária”, afirmou. Zulmara lembrou ainda que o União Brasil e o Progressistas devem formar uma federação e terão a maior bancada da Câmara dos Deputados em 2026.
Por fim, Zulmara comentou o andamento do processo de concessão de rodovias no Estado. Segundo ela, há movimentações na Assembleia Legislativa para tentar barrar o edital do Bloco 2. “Talvez o caminho, especialmente de deputados da oposição de direita e de esquerda, seja buscar a judicialização para evitar a concessão”, disse. Ela também ressaltou a preocupação com o número de acidentes em rodovias não incluídas no projeto de concessão, como a BR-153.
Ouça o comentário na íntegra: