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Polícia

Exclusivo: veja o momento em que criminosos abandonam carro de motorista de APP morto em Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

Imagens de câmeras de segurança flagraram o exato momento em que dois criminosos abandonam o Fiat Palio pertencente ao motorista de aplicativo, Jardel Saraiva Barros, de 30 anos, assassinado na madrugada de domingo (08), em Passo Fundo.

A Polícia Civil investiga o caso como latrocínio – roubo seguido de morte. A equipe de reportagem policial da Rádio Uirapuru obteve as imagens com exclusividade. No vídeo é possível ver que dois homens chegam com o automóvel e abandonam o veículo em um comércio da Rua Parobé, na Vila Cruzeiro e deixam o local a pé.

Confira o vídeo:

Relembre o caso

O caso do homem encontrado gravemente ferido na madrugada deste domingo (08), na Avenida Rio Grande, bairro Valinhos, em Passo Fundo, teve uma reviravolta significativa nas primeiras horas da manhã. Inicialmente sem identificação, a vítima foi reconhecida por familiares como Jardel Saraiva Barros, de 30 anos, funcionário de uma empresa e que também atuava como motorista de aplicativo nas horas vagas.

Jardel foi localizado por volta das 2h20min caído na via pública, com um grave ferimento na cabeça, possivelmente causado por um disparo de arma de fogo. O SAMU prestou os primeiros socorros e o encaminhou ao Hospital São Vicente de Paulo (HSVP), mas ele não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito por volta das 4h.

A Brigada Militar e a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciaram diligências ainda durante a madrugada. Em pouco tempo, localizaram o veículo de Jardel, um carro utilizado para o transporte por aplicativo, abandonado na Rua Parobé, no bairro Cruzeiro. No interior do automóvel, foram encontradas manchas de sangue, o que reforça a hipótese de que o crime possa ter ocorrido dentro do veículo.

A reviravolta no caso — da identidade desconhecida a uma possível execução/latrocínio — muda o rumo da investigação. A polícia agora busca entender a motivação do crime e se ele está relacionado à atividade de Jardel como motorista de aplicativo, uma função que frequentemente expõe os profissionais a situações de risco.

A Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) segue à frente do caso.