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Prejuízos espirituais gerados pelas fofocas

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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A fofoca pode parecer um gesto leve, uma conversa solta, um comentário despretensioso. Mas, no plano espiritual, ela carrega um peso silencioso, capaz de obscurecer a luz que buscamos cultivar.

As palavras são vibrações. Quando usadas para julgar ou ferir, transformam-se em correntes sutis que nos afastam do equilíbrio e da presença dos bons espíritos.

Jesus nos alertou: “O que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela” (Mateus 15:11). Toda vez que falamos mal de alguém, mesmo sem intenção declarada de ferir, estamos lançando sobre nós mesmos uma energia que nos prende à desarmonia.

A espiritualidade superior nos ensina que nada sai de nós sem retornar. A maledicência é como um bumerangue: volta ao emissor carregada da energia que foi lançada.

Mas o maior impacto não está fora, e sim no que se instala dentro: a perda da paz, a fragilidade espiritual, o afastamento dos benfeitores que nos orientam em silêncio.

Ao julgarmos o outro, revelamos o quanto ainda desconhecemos de nós mesmos. Abrimos campo para forças sutis que vibram na mesma frequência do que emitimos.

Em vez de palavras que ferem, que sejam preces. Em vez de julgamento, compaixão. Ninguém nos autorizou a fazer da dor do outro um tema público.

Silenciar também é oração. E muitas vezes, é a linguagem da alma que já entendeu o que ainda não precisa ser dito.

Por @diarioespirita1

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