Skip to content

podcast

Comentário do Dia: Maurício Paim relembra como a escolha do papa passou a ser feita a portas fechadas

Públicado em Por RD Uirapuru / Suélen Kommers

Foto:  Getty Images

No Comentário do Dia desta quarta-feira (7), na Rádio Uirapuru, o comunicador Maurício Pai  falou sobre o início do conclave no Vaticano, processo que reúne os cardeais da Igreja Católica para a escolha de um novo papa. Aproveitando o contexto, o comentarista trouxe uma curiosidade histórica sobre a origem do termo e da prática adotada até hoje.

Maurício explicou que a palavra “conclave” vem do latim cum clave, que significa “com chave” ou “trancado a chave”. A expressão remete à forma como os cardeais são mantidos isolados durante a votação, sem contato com o mundo exterior, até que cheguem a um consenso.

Segundo o comentarista, esse modelo de votação foi instituído a partir de um episódio ocorrido no século XIII. Na ocasião, a escolha do novo papa se arrastava por quase três anos, o que gerou indignação entre a população local. Cansados da demora, os cidadãos trancaram os cardeais dentro de uma capela nos arredores de Roma, forçando-os a tomar uma decisão em poucos dias.

A partir desse episódio, o método passou a ser adotado oficialmente pela Igreja para garantir celeridade no processo e evitar interferências externas. Desde então, o conclave se tornou a forma tradicional de eleição do pontífice, respeitando um conjunto rígido de protocolos que incluem, entre outros aspectos, o tradicional sinal da fumaça branca — indicando a escolha de um novo papa.

Maurício destacou o início do processo nesta quarta-feira e a previsão de que o primeiro sinal da chaminé da Capela Sistina seja visto no início da tarde.

Ouça o áudio na íntegra: