Corsan destaca poços profundos em projeto de R$25 milhões reforçar abastecimento
Mais três poços tubulares profundos serão colocados em operação definitiva pela Corsan até sexta-feira, 11, nos bairros Farroupilha, Leonardo Ilha e São Luiz Gonzaga, em Passo Fundo. O investimento é de quase R$ 3 milhões. Cada poço tem 200 metros de profundidade, e todos já passaram por testes de vazão e qualidade da água para serem interligados à rede. A obra faz parte de um projeto com orçamento total de R$ 25 milhões para fortalecer o abastecimento.
Os poços possuem estrutura para tratamento da água e vão funcionar provisoriamente com gerador de eletricidade, até que a concessionária de energia faça a ligação. O prazo para isso é de 90 dias.
“O investimento já estava planejado pela empresa, e optamos por antecipá-lo, para assegurar maior confiabilidade ao abastecimento da cidade”, destaca o gerente de relações institucionais da Corsan na região Planalto, Aldomir Santi.
O projeto contempla também o cercamento da área, a instalação de telemetria (para controle e monitoramento permanente dos equipamentos à distância) e construção de abrigo para a estrutura de tratamento da água.
Até o fim deste mês, terão sido abertos pela Corsan, em Passo Fundo, o total de16 poços tubulares profundos. Nove deles já estão em operação: três no bairro São José, dois no Záchia e outros nos bairros Petrópolis, Fátima, Distrito Industrial e Cohab Sechi. Eles irão complementar o abastecimento de água no município e auxiliar também na recuperação mais rápida do sistema quando for preciso fazer alguma manutenção na rede. Os outros poços estão em fase de construção nos bairros Xangrilá, Leonardo Ilha e no São José, onde ficarão duas unidades.
Obras complementares
O projeto para reforço do abastecimento de água em Passo Fundo prevê ainda, até o mês de julho, a construção de uma nova tubulação de grande porte (adutora) entre a captação de água na Barragem da Fazenda e a Estação de Tratamento 3, no bairro São Luiz; o escoramento da adutora antiga (já concluído); uma canalização reserva de 50 metros, fixada paralelamente no local onde ocorreram os últimos rompimentos, para uso rápido, caso seja necessário; e a instalação de dispositivos para retirada do ar da rede de água (ventosas). Esses equipamentos evitam rupturas nos encanamentos.