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Polícia

Polícia Civil indicia por homicídio qualificado homem que matou cunhado no bairro Nonoai

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava o homicídio cometido por Edson Tadeu Schutz, que matou seu cunhado Pedro Grando do Amarante, no Bairro Nonoai, em Passo Fundo, em janeiro deste ano.

Durante as investigações, ficou caracterizado que a vítima Pedro estava confraternizando com a família em espírito de paz, quando foi atacado, de forma surpreendente e violenta, por seu cunhado Edson. As investigações concluíram ainda que Edson sempre apresentou personalidade de difícil convivência, mostrando-se violento e que, na ocasião dos fatos, mostrou sua firme intenção de matar a vítima, pois se armou com duas pistolas para abordar a vítima.

O Inquérito foi encaminhado ao Ministério Público para análise e oferecimento de denúncia, para posterior realização de Júri popular.

O repórter policial João Victor Lopes, procurou o advogado da família, Dr. Flavio Luis Algarve. Conforme ele, só vai se manifestar após ter acesso a denúncia do Ministério Público. No entanto, elogiou o trabalho da Delegacia de Homicídio pelo trabalho desenvolvido desde os primeiros momentos após o crime.

Relembre o caso

Na tarde do domingo, 05 de janeiro, um homicídio foi registrado na Rua 10 de Abril, no bairro Nonoai, em Passo Fundo.

De acordo com informações do repórter policial João Victor Lopes, uma reunião familiar ocorria no local quando uma discussão culminou em violência e Pedro foi atingido com dois tiros no tórax.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e encaminhou a vítima, em estado gravíssimo, ao Hospital São Vicente de Paulo (HSVP).

Em depoimento ao repórter da policial da Rádio Uirapuru, o autor dos disparos alegou legítima defesa, afirmando que foi atacado pelo cunhado e reagiu atirando. Ele também afirmou possuir diversos boletins de ocorrência relacionados a desavenças anteriores com a vítima.

A Brigada Militar, por meio do 3° RPMon, conduziu o suspeito à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA), onde foi apresentado à Polícia Civil. O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).