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Esporte

Para presidente do Gaúcho, punição do STJD ao Internacional deve ser mais branda e expulsão é desproporcional

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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O STJD concluiu o inquérito que apurava as suspeitas de falsificação de documentos por parte do Internacional, no caso Victor Ramos. A Comissão que investigou o clube entendeu que dirigentes e advogados usaram e-mails adulterados para tentar provar sua tese.

 

Uma das punições sugeridas pela investigação é a expulsão do clube do Campeonato Brasileiro. O relatório tem sido tratado nos bastidores do Tribunal como uma “bomba”. O inquérito também sugere a suspensão de dirigentes.

 

Em entrevista na Uirapuru, o presidente do Esporte Clube Gaúcho de Passo Fundo, Gilmar Rosso, explicou que cada jogador possui um registro na CBF, como um CPF. Neste registro, onde tudo ocorre de forma digital, existe um status onde o jogador consta como contratado por um clube ou livre. Quando contratado ele não pode sofrer interferência de outro clube, que foi o que ocorreu.

 

Para Rosso, há alternativas diferentes da exclusão do clube. A punição de expulsão está prevista na federação internacional como a mais grave possível para a infração de falsificação de documentos ou seu uso. Há também a possibilidade de o clube não poder contratar jogadores. No melhor dos casos, o clube pode receber apenas multa, o que seria o mais apropriado, conforme ele.