Em pronunciamento, presidente da Assembleia Edegar Pretto critica reformas trabalhistas e previdenciária
A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente da República, Michel Temer, e a estratégia de Rodrigo Janot de fatiar as acusações em três partes, pode adiar a agenda das reformas do governo federal.
Pelo menos a da Previdência Social. Por enquanto, as discussões sobre a reforma Trabalhista avançam no Senado.
No dia 12 de julho, o Senado deve colocar em votação um pedido de urgência para o projeto. Se aprovado, vai ser apreciada no mesmo dia.
O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, deputado Edegar Pretto (PT), disse que o grande “golpe” do governo Temer não foi contra a ex-presidente Dilma Rousseff e nem contra o PT, mas sim contra o trabalhador a partir da retirada dos direitos conquistados em 1988.
Ele ressalta que o governo não tem legitimidade para atacar o que foi adquirido a duras penas.