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Geral

Geólogo explica características do “Cometa do Século”, que pode ser visto em alguns lugares do Brasil

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

Desde a metade deste mês de setembro, os entusiastas da astronomia têm a oportunidade de observar um dos mais aguardados cometas do ano: o C/2023 A3, que está se tornando cada vez mais visível no céu noturno .

Atualmente, o “Cometa do Século”, como vem sendo chamado este corpo celeste, está ficando mais próximo do Sol, o que o torna mais visível para os observadores. Nesta sexta-feira (27) foi justamente o seu “periélio”, quando o cometa estava com um brilho intenso devido à proximidade com o nosso astro.

De acordo com o geólogo, Luiz Paulo Fragomeni, essa nomenclatura é para atrair os olhos da mídia para o corpo celeste e o interesse das pessoas. Não há uma explicação para o nome “cometa do século”. O geólogo explica que talvez as pessoas nem tenham conseguido visualizar, pois são vários fatores necessários para que se observe a olho nu. Por exemplo, no nordeste do Brasil o fenômeno está sendo mais nítido que no sul do país.

Conforme Fragomeni, o melhor horário para visualizar o cometa é antes do nascer do sol, entre às 5h e 5h30 da manhã, olhando para o leste, onde nasce o sol. O geólogo detalha que um cometa é como se fosse uma bola de gelo, cheia de poeira e pedaços de rocha. O tamanho dele é incerto. O corpo celeste é considerado um “lixo” da formação dos planetas e das estrelas. A energia que move os cometas é a gravidade, onde a matéria atrai a matéria.