Presidente Edegar Pretto expressa contrariedade à extinção de cartórios eleitorais no RS
A pauta contra a redução de zonas eleitorais no Rio Grande do Sul, por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ganhou reforço de deputados, prefeitos e vereadores. Nesta segunda-feira (10), o presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado Edegar Pretto (PT), esteve reunido com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado, desembargador Carlos Cini Marchionati.
No encontro, com presença dos deputados Gilmar Sossella e Gerson Burmann, ambos do PDT, e prefeitos e vereadores dos municípios de Planalto, Alpestre e Iraí, foi apresentada a posição contrária à extinção da zona eleitoral existente em Planalto, sob o argumento de que a decisão é prejudicial para centenas de pessoas que dependem do atendimento. “Nesta terça-feira, vamos formalizar na Assembleia Legislativa, com as demais bancadas da Casa, a posição contrária a esta decisão. O objetivo é ampliar o debate e aumentar a pressão sobre o TSE para que os cartórios eleitorais não sejam fechados”, enfatiza o presidente Pretto.
No mesmo encontro também foi sugerido que o cartório eleitoral de Planalto também passe atender os municípios de Iraí, Alpestre e Ametista do Sul. O presidente do TRE diz que há um esforço do órgão para preservar as zonas eleitorais no RS, mas ao mesmo tempo diz respeitar a resolução do TSE. “Vamos expressar ao TSE o que significa a extinção de uma zona eleitoral. Mas isso deve ser uma luta conjunta com envolvimento das comunidades”, afirmou Marchionati.
O presidente do TRE ainda sugeriu convidar o presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, para vir até Porto Alegre e ouvir de perto as reivindicações. A ideia é proporcionar às comunidades um conversa direta sobre as características de cada região.