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Cidade

Marina Repetto compartilha experiências para uma vida mais leve no encerramento do 1º Congresso Imersivo de Práticas Integrativas

Públicado em Por RD Uirapuru / Sabrine Paludo

O autocuidado e a espiritualidade como a nutrição da alma para ter uma vida mais leve foi o tema que a nutricionista e influenciadora digital Marina Repetto abordou para o público presente no 1º Congresso Imersivo de Práticas Integrativas, na noite desta quarta-feira (4), último dia de atividades.

Com objetivo de inspirar e guiar as pessoas em direção a transformações genuínas e duradouras, Marina apresentou sua trajetória de vida com traumas que conviveu e com as lentes que escolheu para viver uma vida leve e de paz espiritual. “Nada na vida é linear. A vida, em si, é neutra, depende do meu olhar. Estamos muito perto da morte, mas muito perto da vida. Com 15 anos, vi quatro pessoas da minha família falecendo de uma vez só. Nunca imaginei passar por isso, a dor leva a gente para lugares que só ela pode levar. Transformei a dor em dom”, declarou.

Diante das dificuldades, Marina enaltece que escolheu as lentes que queria para seguir e inspirar milhares de pessoas pelo Brasil. De acordo com a nutricionista, o segredo da vida não é o que acontece com as pessoas, mas como você lida com o que acontece na vida das pessoas. “Como seria se parássemos de enxergar a vida como nós somos e passássemos a enxergar a vida como ela é? Tudo que acontece na sua vida está a serviço da sua existência. Na maioria das vezes, não é o que acontece com você, mas de que forma você lida com o acontecimento. É uma posição de vítima o tempo todo, de trazer os seus problemas, o porquê das coisas acontecer consigo. É muito fácil cair nisso. Nós fomos ensinados a assumir o lugar de vítima. Neste lugar não existe transformação. Às vezes você está no lugar certo, mas olhando as coisas de uma maneira errada. Você não é o que te aconteceu, é o que escolhe se tornar”, explanou.

A especialista na prática do Ho’oponopono (corrigir o erro) e em meditação enfatizou que teve a oportunidade de expandir seus conhecimentos certificando-se em instituições na Austrália e Estados Unidos. Com as frases que guiam o Ho’oponopono, “Eu sinto muito”, “Me perdoe”, “Eu te amo” e “Sou grato”, ela abordou a forma de olhar a vida por diferentes lentes, que valorizam a vida e eliminam o vazio. “Como o universo se comunica com você? É preciso estar atento para perceber. Eu vivi isso. A gente vive em um mundo conectado por energia. Energia aproxima energia. Antes de estar num corpo, somos alma, somos espírito. A lente que a gente enxerga o mundo determina o que a gente enxerga. Não posso mudar o passado, mas eu posso escolher como quero viver o meu presente e o meu futuro”, pontuou Marina.

Congresso terá segunda edição em 2025
De acordo com a idealizadora do Instituto Sétimo Saber, a educadora Adriana Fêrreira, a primeira edição do Congresso cumpriu com a sua expectativa. “O Congresso trouxe uma nova visão sobre a perspectiva das práticas integrativas complementares, que é legislado pelo Ministério da Saúde e que são indicadas para que as pessoas tenham bem-estar e que promovam o autocuidado. Estamos felizes e realizados com essa edição, que teve grande presença do público da região. Cerca de 90% das pessoas, neste último dia de congresso, vieram de cidades como Não-Me-Toque, Ronda Alta, Ibirubá e Carazinho”, destacou.

Adriana garantiu que já planeja a segunda edição do evento, em 2025, em Passo Fundo, com foco em toda região norte do RS. “Para o ano que vem, vamos nos voltar ao público regional, porque esse evento é muito mais abrangente para a nossa região. Já estamos com muitas ideias para o próximo ano”, finalizou.