Servidores estaduais continuam paralisados
Confira quais os setores estão em greve após parcelamento dos salários pelo Governo do Estado.
Brigada Militar:
Os policiais da Brigada Militar estão de braços cruzados em Passo FUndo. Em documento assinado por algumas entidades, ficou definido que os PMs de plantão e de folga ficarão dentro dos quartéis e só sairão para a rua em casos de “urgência”.
Em nota eles orientaram comerciantes a não abrirem as portas e a população a não sair para as ruas, já que não haverá policiamento em ronda. Conforme o presidente da Associação de Sargentos e Subtenentes da Brigada Militar de Passo Fundo, José Luiz Zibetti, o “aquartelamento” dos policiais está garantido.
No dia 6 de agosto será tomada uma decisão se os policiais irão parar em definitivo ou não. Por conta desta possível paralisação, existe a possibilidade do transporte coletivo não atender, tanto como os bancos.
Bombeiros:
Os soldados do Corpo de Bombeiros de Passo Fundo seguem o mesmo perfil de manifesto, estando paralisados e recolhidos nos quartéis. A orientação é para atendimento somente em casos de urgência onde vidas estejam em risco.
Policia Civil:
Os policiais civis de Passo FUndo estão paralisados em suas delegacias. O atendimento ao público será somente para casos urgentes, como crimes contra a vida.
SUSEPE:
Os agentes da SUSEPE estão paralisados da mesma forma, somente alguns serviços internos estão sendo mantidos.
Bancos:
Sem garantia de segurança, o Sindicato dos Bancários do Rio Grande do Sul conseguiu uma liminar que autoriza o fechamento das agências durante o dia de hoje. Em Passo Fundo agência do Banrisul da General Neto e Santander estão funcionando o resto está fechado.
Escolas Estaduais:
O CPERS convocou, na semana passada por conta do parcelamento dos salários do Estado, todos os professores para cruzarem os braços hoje (3), em sinal de protesto contra a situação. No dia 11 de agosto será feita uma assembleia para debater o tema, que poderá definir uma possível greve da categoria.
O diretor geral do7º Núcleo do CPERS, de Passo Fundo, Orlando Marcelino da Silva, explicou que a principio irão realizar apenas um dia de paralisação. A orientação é para que os pais não mandem seus alunos para a escola na segunda-feira. Durante todo o dia haverá ato em frente às coordenadorias do Estado.