As pessoas têm dificuldade de abandonar seus sofrimentos. Por medo do desconhecido, elas preferem sofrer com o que é familiar.
“O pior mal é aquele ao qual nos acostumamos”. – Jean Paul Sartre. “E muitas vezes nos acostumamos com um trabalho ruim, um relacionamento que já não tem mais o que dar ou amizades que de “amizade” só têm o nome, pela segurança e pelo conforto de continuar pisando em terras conhecidas. Vivemos no morno pela falsa segurança que a rotina, ainda que fria, nos transmite. Há medo de ficar só, de não encontrar alguém legal, de se arriscar, de tentar e não dar certo… a lista de medos é infinita. E quando deixamos o medo no comando, instantaneamente optamos por viver uma vida mais ou menos, pois ela é conhecida, já estamos acostumados com ela. Porém, quando menos se espera tudo pode mudar, por escolha ou por destino. “Nada é permanente, exceto a mudança.” (Heráclito).
A vida é movimento, por isso precisamos aprender a dançar com ela, caso contrário sofreremos muito a cada encerramento de ciclo. Não tenha medo de mudar. Essa vida que você leva e as crenças que você possui são apenas um pequeno fragmento da realidade. Não permita que seus medos ajustem a sua rota, não generalize o mundo com base nas suas experiências. Tem muita gente legal por aí, tem espaço para você fazer o que gosta, existem pessoas honestas e amizades verdadeiras. Não se acostume com o que não está lhe fazendo bem e não normalize relacionamentos doentios. Abra-se para o novo e permita-se recebê-lo. Você merece muito mais.