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Polêmica

“Houve má índole das organizadoras”, afirma presidente do Sindicato Rural sobre Rodeio Country

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli

A polêmica em torno do Rodeio Country de Passo Fundo segue repercutindo na cidade. O evento estava previsto para acontecer na quinta, sexta, sábado e domingo da última semana. No entanto, devido a uma série de irregularidades no alvará e no PPCI, o Corpo de Bombeiros proibiu a entrada do público na quinta e sexta-feira. Mesmo assim, no primeiro dia o evento aconteceu, sem autorização. Na sexta-feira a Brigada Militar não deixou o público entrar e o rodeio foi cancelado, gerando uma série de reclamações das pessoas que se sentiram lesadas. Além disso, nos dias em que a festa aconteceu, o público reclamou que não foi entregue o que foi vendido, como por exemplo, open bar e outros serviços.

A estrutura do rodeio foi montada na área do Sindicato Rural de Passo Fundo. Nesta quarta-feira (24) o presidente da entidade, Carlos Fauth, veio até a Uirapuru falar sobre o assunto. Conforme Fauth, o espaço foi alugado para a empresa que estava organizando o rodeio. O valor do aluguel seria pago após a realização, com o lucro da bilheteria. O sindicato inclusive colocou recurso próprios para viabilizar que o rodeio acontecesse.

O presidente do Sindicato Rural destaca que a Sólida Rodeios, que foi contratada pelas organizadoras para montar a estrutura e realizar as gineteadas é uma empresa séria, conhecida em todo o Brasil e que manteve o evento, mesmo com toda a confusão. Fauth revela que as organizadoras do rodeio fugiram, não apareceram no local no domingo e, mesmo assim, a Sólida manteve o espetáculo em respeito ao público e as pessoas que estavam trabalhando.

De acordo com Carlos Fauth, todos que trabalharam no evento foram lesados, inclusive quatro hoteis, três em Passo Fundo e um em Mato Castelhano, tiveram prejuízos também. Fauth classifica as organizadoras como pessoas de má índole.