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Ponto e Contraponto: Etapas da escolha do candidato a vice

Públicado em Por RD Uirapuru / Zulmara Colussi
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Dois ingredientes serão decisivos na escolha que o prefeito Pedro Almeida fará para definir o candidato a vice na chapa que vai buscar a sua reeleição: afinidade pessoal e pesquisa. Portanto, nada definido antes de maio. O que existem são nomes sendo testados em pesquisas permanentes de todos os partidos que devem integrar a aliança. Uma série de reuniões estão marcadas para o próximo fim de semana entre os partidos da aliança. Será o momento de medir a temperatura dos aliados. No caso do MDB, pelo menos cinco nomes estão na lista de pesquisas: dois militares, que inclui o recém filiado Volnei Ceolin, uma mulher e dois políticos, que incluem, por exemplo, o vereador Alberi Grando.

Nomes

O presidente do diretório municipal do MDB, Luciano Fortes lembrou que o partido sempre trabalhou para manter os espaços na gestão. “O MDB tem vários nomes que possam estar na majoritária. O prefeito Pedro e todos os partidos da coligação vão definir o perfil e nós vamos indicar os nomes”. No caso do Cel. Ceolin ele só se filiou agora após cumprir seu período na Brigada Militar, mas o convite para ingressar no partido é bem anterior. É um bom nome que estará à disposição, mas a escolha vai se dar na convenção.

Organizadas

O MDB Mulher levou o assunto para a reunião de quarta-feira à noite. A presidente Cleusa Kojoroski disse que há um sentimento de unidade e mobilização para as candidaturas a vereador, mas também pela experiência de se ter uma mulher na chapa majoritária. O MDB Mulher quer indicar um nome para a disputa interna, que se dará em convenção.

Firme na base

Em resposta à decisão do vereador Saul Spinelli, o presidente do diretório municipal do PSB, hoje secretário de Habitação, Fernando Pires Muller, disse que o partido continua e não há qualquer motivo para deixar de estar no projeto de reeleição do prefeito Pedro Almeida. “Não há dissidência dentro do PSB e, sim, uma decisão de cunho pessoal e legítima do eleitor Saul Spinelli em não querer fazer campanha para prefeito”, acentuou.

 

No seu tempo

Patric Cavalcanti deixou o PL porque quer priorizar alguns projetos coordenados por ele. “Ajudei a montar a chapa de candidaturas a vereador do PL, Podemos e União Brasil, onde tenho amigos queridos”. Quanto a campanha para a majoritária, respondeu: “Se for chamado, estarei à disposição, dentro do meu tempo”. De parte da direção do PL não houve manifestação oficial a propósito da desfiliação.

Palavras

Sobre o subsídio ao transporte público. O fato de a Coleurb ter mudado a sua gestão, não significa que o recurso público tenha deixado de cumprir com o principal objetivo e com uma das contrapartidas: manter a tarifa reduzida (passou de R$ 5,50 para R$ 4,95). Não fosse o recurso, poderia estar acima de R$ 6. A segunda contrapartida foi ampliar as linhas em operação, reduzindo os horários entre um trajeto e outro. A acusação de alguns vereadores, de que os antigos gestores embolsaram o dinheiro público, por uma questão de ética e responsabilidade com o que se fala, requer provas para não extrapolar o direito à crítica.

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