Câmara aprova projeto que barra acesso ao serviço público de quem não passar em teste toxicológico
A Câmara de Vereadores realizou aprovou na sessão plenária de segunda-feira, o Substitutivo ao Projeto de Lei do vereador Gio Krug (PSD), que veda o acesso a cargos e a empregos públicos do Município de Passo Fundo, no âmbito da administração direta e indireta, ao cidadão que testar positivo em exame toxicológico para a detecção da presença de substância psicotrópica proibida e/ou droga ilícita.
Em sua justificativa, o vereador ressalta que é de conhecimento amplo que as drogas ilícitas têm se tornado um grave problema para a sociedade, sendo objeto de alto investimento do Poder Público em campanhas de educação e conscientização, bem como, no cuidado à saúde e recuperação de usuários de entorpecentes. “A utilização habitual de produtos entorpecentes e psicotrópicos prejudica a todos, em especial, a produtividade dos trabalhadores e, no caso dos serviços públicos, o prejuízo no atendimento viola diretamente o interesse público, que deve ser resguardado pelo Poder Público, acima de quaisquer interesses privados”, destaca o texto.
O projeto foi aprovado por unanimidade dos parlamentares presentes.
Transporte público no interior
Durante a Sessão Plenária desta segunda-feira, um grupo de moradores do Distrito de Pulador esteve na Câmara de Vereadores, buscando o apoio dos parlamentares nas tratativas referentes à disponibilização de transporte público no interior. O pedido é de que seja ativada, pelo menos, uma linha de ônibus, que passe, no mínimo, duas vezes ao dia, pela manhã e à tarde, para atender os moradores daquela localidade.
No ofício entregue aos parlamentares, os moradores recordam que, desde o fim do ano passado a localidade não dispõe de nenhuma alternativa de transporte público, prejudicando, segundo o texto do documento entregue: “especialmente as mulheres agricultoras, uma vez que muitas não dispõem de veículo próprio ou não estão habilitadas para dirigir”. O texto ainda ressalta que “essa situação vem gerando inúmeros danos às pessoas idosas que precisam ir até as agências bancárias para receber a aposentadoria, àquelas que necessitam se deslocar para a cidade para trabalhar e também para quem necessita de atendimento médico ou precisa acessar qualquer outro serviço localizado na área urbana”.