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Óbito

Passo Fundo perde Paulo Giongo, aos 89 anos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
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Faleceu na noite desta quinta-feira em Passo Fundo, um dos ícones da cidade, Paulo Giongo, aos 89 anos. Ele estava internado desde a semana passada no Hospital São Vicente de Paulo.

 

Dono de um senso de humor que o tornou famoso, ele pertenceu aos quadros do Grêmio Passo-Fundense de Letras e participou da transformação da associação em Academia Passo-Fundense de Letras, em 1961. Paulo Giongo foi casado com Elaine (in memorian), e pai de João Batista, Maria Célia, Maria Helena, Maria Tereza e Renata.

Giongo era farmacêutico, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e advogado, pela Universidade de Passo Fundo. Fez parte do movimento pela fundação da UPF, nos anos 50. Foi, ainda, criador, autor de peças e diretor do Grupo de Teatro Amador Delorges Caminha; presidente da ACISA; presidente da Subsecção da OAB; e apresentador de programas da rádio e TV; colunista de diversos jornais; ator do filme “Gaúcho de Passo Fundo”, de Teixeirinha e professor de Química, na rede estadual de ensino.

Iniciou sua carreira quando ainda era criança, na farmácia de seu pai, Quinto Giongo. Pai que ele se orgulha em lembrar que começou sua carreira como caixeiro viajante, vendendo remédios em uma charrate. Segundo Giongo, de Passo Fundo a Nonoai, onde seu pai conheceu sua mãe, eram quatro dias de viagem.

Nascido em Estrela, para ele Passo Fundo sempre foi sua terra natal, por isso ficou muito feliz quando foi declarado cidadão honorário. Em 2013 Paulo Giongo participou do quadro Minha Terra Minha História, na Uirapuru, onde foi homenageado.

 
O corpo está sendo velado na Capela Esmeralda do Memorial Vera Cruz. O sepultamento será hoje, às 17h, no Cemitério da Vera Cruz.