Conselho Municipal de Saúde alerta para falta de medicações na Farmácia Central do Município
Passo Fundo conta com um sistema importante de fornecimento de medicamentos na sua rede municipal por meio do SUS, sistema mantido pelo Governo Federal. Trata-se da Farmácia Central, que está localizada na Avenida Brasil, 190. Dados de 2021 apontavam que o local atendia 5 mil pessoas por mês, evidenciando a importância deste suporte em fornecer medicamentos, mediante receitas, gratuitamente. No entanto, o Conselho Municipal de Saúde alertou a Uirapuru que vem recebendo uma série de reclamações de usuários sobre a falta de vários medicamentos, fornecidos pelo SUS e repassados no local. O Conselho enviou uma nota para a Uirapuru e destacou alguns dos medicamentos em falta, dentre eles medicamentos antibióticos, antifúngicos, dipirona, ibuprofeno, paracetamol, dentre outros.
A nota diz, na íntegra: “O Conselho Municipal de Saúde, no uso de suas atribuições legais e regimentais, vem através deste, informar que vem recebendo várias reclamações de familiares e pacientes que consultam e/ ou vão com receitas para retirar medicações tanto para adultos quanto para crianças e não tem na rede municipal (Farmácia Central SUS) e que a resposta que recebem é: “Que não tem já um tempo, e sem previsão de receberem”. A presidente do Conselho Leonilde Zamuner foi buscar a informação desta falta e verificou que está em processo de licitação, na qual finaliza em janeiro de 2024. A presidente ressalta a preocupação desta falta de medicamentos, sendo que muitos pacientes fazem tratamento continuo ou por orientação médica. A preocupação também e de vacinas; exames obrigatórios que estão sendo prescritos para pacientes que precisam fazer cirurgia e não tem pelo SUS, só particular. Assim como consultas que estão demorando de 30 a 60 dias”.
A Uirapuru buscou informações junto com a Secretaria Municipal de Saúde, por meio do setor de comunicação, e recebeu a confirmação de que há a falta de medicamentos. Em contato com a Uirapuru a prefeitura explicou que a licitação para a compra dos medicamentos foi realizada e estão negociando com os fornecedores para receber o mais rápido possível. Conforme o município, em janeiro deverá haver a normalização. Cerca de 90% dos medicamentos em falta serão contemplados nesta licitação.
A listagem completa dos medicamentos em falta, fornecida pelo Conselho Municipal de Saúde é:

