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Um dos momentos mais felizes da vida é quando você encontra a coragem para abandonar aquilo que não pode mudar

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
A teenage guy walks alone in a beautiful autumn park. Yellowed lush foliage, rear view, a guy in black clothes with a backpack.

Os relacionamentos nunca morrem de morte natural. Eles são assassinados por mentira, engano, desrespeito, egoismo, ciúmes, insegurança ou mau caráter.

Quem já teve um relacionamento assassinado sabe muito bem o que eu estou querendo dizer. São pequenas doses de veneno que bebemos e oferecemos ao outro diariamente que se somadas, se transformam em uma infecção generalizada.

O veneno engarrafado contém mentiras, desrespeito, egoísmo, ciúmes, insegurança, e boas doses de ego ferido.

Os relacionamentos nunca morrem de morte natural, eles são assassinados. Se você não quer ser condenado a prisão perpétua e ter que viver dentro de uma cela de um coração ferido, você precisará parar de tomar esse veneno e de o oferecer a quem você diz que ama.

 

Só você pode fazer isso.

Tente entregar ao outro o que existe de melhor em você.

Pergunte a ele(a) o que ele(a) gostaria de receber, que tipo de amor ele(a) gostaria de viver.

Não é sobre o amor que você sente, é sobre o que o outro deseja e se sente confortável em receber.

Não tente obrigar o outro a aceitar o seu jeito de amar. Alinhe as expectativas, refaça os acordos, assine novos contratos.

Não é sobre fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem, porque muitas vezes, o jeito que gostamos de ser tratados não é o mesmo jeito que o outro gostaria de ser tratado.

É sobre fazer e oferecer ao outro o que ele(a) deseja receber, e não, aquilo que o nosso ego quer impor e obrigar que ele aceite.

Os relacionamentos não morrem de morte natural, eles são assassinados pela falta de atenção, de cuidado, de compatibilidade sexual, emocional, intelectual e espiritual.

Texto: @rhamuche

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