Sem Segredo: é possível envelhecer com qualidade, afirmam especialistas
Viver com alegria, sabedoria, saúde e sem preconceitos. Estes foram alguns dos conselhos dados por muitos dos ouvintes que participaram do programa Sem Segredo, de sábado, que tratou sobre o envelhecer. Teve também um apelo por políticas públicas que protejam a pessoa idosa da violência, do abandono, da exclusão social e tecnológica e do chamado etarismo, que é a discriminação pela idade.
O programa recebeu a psicóloga Dirce Tastch e a socióloga e professora da UPF, Cristina Fioreze. As duas concordam que o Brasil tem muito a avançar em termos de políticas públicas e que há uma diversidade de experiências do envelhecer. Aqueles que se preparam e passam uma boa velhice e aqueles que são deixados de lado e sofrem física e emocionalmente com o processo natural da vida, como explica a psicóloga Dirce Tastch:
A professora da UPF, socióloga Cristina Fioreze disse que muitas pessoas não sentem a idade porque se preparam melhor para este processo. No entanto, ressalva que nem todo mundo tem o mesmo caminho e, por isso, são necessárias políticas públicas que possam proteger a pessoa idosa:
O vereador Saul Spinelli participou por telefone fazendo e pediu para que as famílias respeitem as vontades dos idosos, cuja característica mudou muito nos últimos anos. Segundo ele, o idoso não é mais aquele vô ou vó que fica em casa sem fazer nada. Ele dirige, trabalha, faz atividade física, vai aos bailes e tem vida sexual ativa. E fez um apelo:
O Ouvinte Padilha disse que a principal característica de quem envelhece deve ser o caráter:
A ouvinte Eva está com 69 anos e não sente o peso da idade.