Skip to content

Escola do Jaboticabal é exemplo de sustentabilidade com uso de compostagem

Públicado em Por RD Uirapuru / Valdir Mello
Imagem não disponível

O reaproveitamento de materiais que seriam descartados está ganhando cada vez mais espaço.  Em Passo Fundo, ações de compostagem estão transformando material orgânico em adubo, de forma limpa, fácil e eficaz.  A compostagem é um processo biológico onde micro-organismos e animais invertebrados transformam matéria orgânica em adubo.  Esta importante ação, que em Passo Fundo conta com o especialista em compostagem, José Teixeira Belém, chega agora na rede municipal de educação.

O assunto foi tema do programa Uirapuru Ecologia, no último sábado.  Participaram do programa, além do especialista José Belém o agrônomo Carlos Bibiano, a professora Francieli Mioransa de Mello, diretora da Escola Municipal Fredolino Chimango, da Grande Integração, Bairro Jaboticabal e a professora Lisandra Barreto da Silva, da mesma escola.

O especialista José Belém disse que iniciou suas pesquisas no tema em 1995.  Desde então empenhou-se não só na realização desta técnica, mas em passar o conhecimento adiante.  Belém diz que introduzir isso na rede escolar é a chave para o futuro, pois a compostagem pode ser colocada em prática nas casas das famílias, transformando resíduos orgânicos em alimento para as plantas, fechando um ciclo natural.

O engenheiro agrônomo Carlos Bibiano explicou que o ciclo biológico mistura elementos que gerarão compostos que, ao final, viram alimento. O ser humano é o elemento final da cadeia, pois alimenta-se de tudo, no entanto também gera resíduos, que precisam ser transformados.  Neste contexto a compostagem é uma alternativa de retorno para alimentos saudáveis.

A professora Francieli Mioransa de Mello, diretora da Escola Municipal Fredolino Chimango, explicou que a instituição hoje é referência na educação ambiental.  Os alunos estão inseridos no universo da preservação ambiental e sustentabilidade.  Os alunos trabalham na separação de todos os resíduos.  O lixo seco é separado e vai para a reciclagem, enquanto o orgânico é destinado para a compostagem.  Os alunos atuam de forma intensa, levando depois estes ensinamentos para a casa e a vida.

A professora Lisandra Barreto da Silva explicou que os professores primeiro tiveram uma formação com o senhor José Belém, aprendendo assim como fazer o processo corretamente, repassando isso em sala de aula. Resíduos da cozinha são armazenados em uma caixa, depois triturados e colocados para fermentação, virando depois adubo para ser usado em uma horta da escola.

Notícias Relacionadas