Sem Segredo: Avanço da tecnologia é caminho sem volta e não vai acabar com a humanidade
A Inteligência Artificial é a tecnologia que permite que as máquinas aprendam, tomem decisões e realizem tarefas de forma autônoma. Cada vez mais sofisticada, é capaz de desempenhar tarefas que antes eram exclusivas dos seres humanos.
Os robôs, por exemplo, estão sendo utilizados em diversas áreas, como na indústria automotiva, na agricultura, na saúde e até mesmo na educação. Eles são capazes de realizar tarefas repetitivas, perigosas ou que exigem uma precisão extrema, sem se cansar ou cometer erros.
Mas o avanço da Inteligência Artificial também traz algumas preocupações. Com o aumento da automação, muitos empregos podem ser substituídos por robôs, o que pode gerar desemprego em massa. Além disso, há preocupações sobre a segurança e privacidade dos dados, já que as máquinas estão cada vez mais conectadas e capazes de coletar informações sobre nossas vidas.
O tema foi pauta no Programa Sem Segredo deste sábado na Rádio Uirapuru. O Cientista da Computação e doutor em educação Amilton Martins disse que não há como voltar atrás e ter menos tecnologia. O mundo só vai avançar e ela vem para facilitar nossas vidas. Para ele, os temores de que os robôs ou a inteligência artificial dominam a humanidade é pura ficção científica, pois não há a menor possibilidade de que isso ocorra. Por traz de uma máquina, sempre vai existir um ser humano, afirmou. Ouça o que disse o professor Amilton
Para o CEO da Razor Computadores, Gregory Reichert, o homem tem uma capacidade inigualável de se adaptar e vai conseguir fazer isso com o avanço tecnológico. Para o empresário, as pessoas precisam estar atentas a essa evolução e projetar novas atividades de trabalho, o que passa por conhecimento e qualificação. Gregory afirma que a Inteligência Artificial, pode ser eficiente, mas é muito inferior a inteligência humana.
Os dois convidados acham que o abaixo assinado para interromper as pesquisa em torno da Inteligência Artificial tem relação com o poder econômico das grandes empresas de tecnologia e não com possíveis ameaças à humanidade.