A idade chega para todos. A maturidade não
Idade não define maturidade.
Pessoas maduras escutam os outros, na esperança de compreender seus sentimentos, preocupações e preferências. Já as imaturas ouvem apenas a si mesmas e são emocionalmente frágeis. Elas agem como crianças que querem ficar fora e brincar – mesmo que o almoço já esteja servido – e fazem ofensas ou ofendem ao invés de dar atenção à explicação de que agora é hora de comer.
É fácil amar crianças que agem como crianças. Mas é difícil amar alguém que age como uma criança no corpo de um adulto. Por isso, a maioria dos adultos imaturos costumar agir infantilmente apenas quando se sentem ameaçados.
Os principais sinais de falta de maturidade são:
– Ficar na defensiva em vez de assumir responsabilidade;
– Incapacidade de reconhecer e aprender com os erros;
– Necessidade de ser o centro das atenções;
– Culpar outras pessoas;
– Ofender/xingar;
– Impulsividade;
– Mentir;
Maturidade não é uma questão de idade, mas de pensamentos e atitudes. É a capacidade de enfrentar, raciocinar e reagir de maneira adequada a uma situação. A maturidade é aprendida através de experiências.
Ter maturidade também significa decidir que tipo de vida quer viver, saber em que direção está indo, em termos de trabalho, ter um relacionamento sério – ou pelo menos saber o que quer de um e ter a confiança de que sabe o que acredita sobre as coisas – valores nos quais confia e que orientam suas decisões.
Os principais sinais de maturidade são:
– Tomar decisões com base no caráter;
– Não ter medo da vulnerabilidade;
– Sempre cumprir o combinado;
– Reconhecer e reparar erros;
– Não se abalar com críticas;
– Assumir responsabilidade;
– Mostrar empatia;
Observar comportamentos imaturos em adultos muitas vezes é difícil, e por isso muita gente ignora por (ainda) não ter aceito a realidade do que vê.
Se você perceber alguém agindo com imaturidade e comportamentos infantis, tome cuidado para não tentar mudar (“educar”) a pessoa. Você deve mudar você, não os outros – a não ser que você assuma papel de mãe (ou pai), adotando a “criança”.