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Geral

Cerca de 50 pessoas buscam semanalmente atendimento na rede municipal de combate ao vício em drogas e álcool

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

A semana de Carnaval também é de atenção ao combate da dependência de drogas e álcool, com data especial lembrada em 20 de fevereiro. E em Passo Fundo, existe uma rede de apoio gratuito para que usuários e familiares, através da prefeitura municipal. Destaque para o Centro de Atenção Psicossocial álcool e outras drogas (CAPS AD), que é um serviço especializado em saúde mental e dependência química, que atende pessoas com problemas decorrentes do uso ou abuso de álcool e outras drogas, visando a reabilitação e reinserção na sociedade.

Atendendo moradores com 18 anos ou mais por demanda espontânea, e por encaminhamentos de outros serviços de saúde, Fórum, Conselho Tutelar e demais órgãos, chega a receber 50 usuários por semana. O número foi informado pela coordenadora de atenção primária, Josiane de Oliveira Oligini. Ela disse que a rede municipal atua em um trabalho intenso na busca da promoção da prevenção de saúde da população em Passo Fundo, oferecendo atendimento psicológico. Quando o paciente quer aderir, essa é a porta de entrada, explica.

Após, em um segundo momento, o CAPS AD trabalha na prevenção, com acolhimento à família e ao usuário. Além dos 50 usuários novos que a rede recebe, outros 150 usuários retornam mensalmente em busca do apoio oferecido. Para tentar reduzir esses números, Joseane conta com programas como o Saúde na Escola, onde os enfermeiros vão até as escolas trabalhar na prevenção da dependência junto a jovens e adolescentes.

Nesse sentido, o trabalho é contra a curiosidade natural que os mais jovens têm para experimentar qualquer tipo de droga, lícita ou ilícita. Quando se é jovem, não se tem noção do quanto faz mal um cigarro, por exemplo. Se associar junto a outro tipo de droga, será ainda mais prejudicial, alerta Joseane. No momento, além das drogas lícitas e ilícitas, há especial preocupação com o uso dos veipes, cigarros que eletrônicos ilegais, mas com alto consumo entre os jovens. Joseane de Oliveira Oligini faz o convite para que usuários e familiares busquem auxílio na rede oferecida pelo município.