Brigada Militar atenta a furtos e roubos em Passo Fundo
A cada início de ano, as forças de segurança registram certos tipos de delitos em Passo Fundo. São casos de furtos ou roubos a pedestres e estabelecimentos comerciais, como lojas e supermercados. Por isso, a reportagem da Rádio Uirapuru ouviu Jeferson Miguel da Silva, subcomandante do 3o Regimento de Polícia Montada. Ele contou que em Passo Fundo há incremento de circulação, pessoas e valores desde o mês de dezembro.
Acontece, também, que pessoas deixam a cidade em férias, se dirigindo a outro local. É nesse momento que alguns índices de criminalidade acabam tendo alguma elevação e Passo Fundo não é diferente de outros municípios. Por ser bem localizada, ter comércio forte, acaba atraindo esse tipo de delito. Ocorrem então pequenos furtos em lojas, farmácias, quando levam-se objetos. Também há em residência, pois a casas ficam sem movimentação mais tempo do que o normal, fato observado pelos meliantes, então a orientação é que sempre uma pessoa fique responsável e tirar essa ideia de casa vazia.
Já os roubos a pedestre acontecem com frequência, especialmente com os meliantes aproveitando horários em que as pessoas estão descuidadas, na madrugada, próximos a bares e boates, entre 4h da madrugada e 7h30 da manhã, concentrados na área central de Passo Fundo. O subcomandante Jeferson informa que o roubo a estabelecimento comercial tem números inferiores a anos antes da pandemia, quando o comércio não estava fechado, devido aos levantamentos que a Brigada Militar faz, além de trabalhar com prisões, e pelo fato do setor de inteligência atuar lado a lado com a Polícia Civil, sempre procurando deter os meliantes.
De acordo com Jeferson, são raras as pessoas que são presas ao cometer esses crimes sem ter a reincidência. São elementos conhecidos da Brigada Militar e da Polícia Civil, que atuam na prisão e indiciamento. As forças policiais trabalham de acordo com a demanda e infelizmente há no país uma legislação que precisa ser melhorada para que os criminosos permaneçam mais tempo reclusos, não retornando ao seio da comunidade para cometer esses crimes.
Por fim, Jeferson Miguel da Silva salienta que a população pode auxiliar, evitando andar em locais ermos ou vazios, fechando bem a casa e avisar conhecidos quando estiver em férias, além de comunicar a polícia em casos criminosos.