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Só por hoje, eu não vou entregar a minha felicidade nas mãos de ninguém

Públicado em Por RD Uirapuru / Ieda Almeida
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Só por hoje, eu não vou entregar a minha felicidade nas mãos de ninguém.

Pode ser que ninguém nunca tenha te contado isso, mas a dependência emocional é feito um vício, que só pode ser vencido, com dedicação e disciplina diária.

Caso você ainda não consiga admitir para si mesmo que é dependente emocionalmente, ou não se mantenha consciente no momento presente, você acabará sucumbindom e se deixando levar pelas mesmas atitudes de sempre.

Você acabará permitindo que os outros assumam um lugar de destaque que não é deles, é seu.

Você acabará se entregando a uma situação que te desfavorece, que te coloca em uma posição inferior, e te traz a sensação de que você é uma vítima nas mãos dos outros. Quando na verdade, a escolha de permanecer nesse lugar, é sempre sua.

Para conseguir vencer a dependência emocional, você precisa, antes de mais nada, buscar nas suas origens familiares o que, de fato, te levou a chegar nesse ponto. O que, na verdade, fez você se tornar uma pessoa insegura e carente.

Sem esse olhar cuidadoso e amoroso para o seu passado, você continuará oferecendo a sua vida de bandeja para quem não tem o mínimo de consideração por ela.

O fato é que, enquanto você se deixar de lado, todas as pessoas que surgirem na sua vida, farão o mesmo.

Repita para si mesmo todos os dias:

“Só por hoje eu não vou discutir, não vou mendigar atenção, nem vou entregar a minha felicidade na mão de ninguém.

Só por hoje eu serei o meu melhor amigo!

Só por hoje, eu vou valorizar as minhas conquistas e vou oferecer a mim, todo o amor que eu preciso e que, constantemente, espero que venha dos outros.

Só por hoje, eu vou ser responsável pela minha própria felicidade”.

Bert Hellinger, idealizador das Constelações Familiares, estabelece que, uma das ordens para que o amor flua numa relação é a igualdade do dar e receber. Se você oferece muito aos outros e nada a si mesmo, ou o outro não te oferece nada, não há nessa relação, um amor verdadeiro. Há sim, uma codependência.

*@rhamuche

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