Passo Fundo não tem pessoas na fila de espera para aderir ao Auxílio Brasil
Conforme dados do Ministério da Cidadania a fila de espera para aderir ao programa Auxílio Brasil, que substituiu o Bolsa Família, vem crescendo no Rio Grande do Sul. Ao todo mais de 14 mil família aguardam para ter o direito a receber o benefício, no valor médio de R$ 400. Em Passo Fundo, no entanto, não há fila de espera para aderir ao programa.
De acordo com a secretária-adjunta da Secretaria de Cidadania e Assistência Social (Semcas), Elenir Chapuis, o número de beneficiários cresceu consideravelmente no município, mas todos que se enquadram nos requisitos estã0 recendo o Auxílio Brasil. Elenir explica que por ter regras para se enquadrar, nem todos que possuem cadastro no CadÚnico, estão aptos para receber o benefício.
Atualmente Passo Fundo tem 20.389 famílias inseridas no Cadastro Único. Destas, 7.905 recebem o Auxílio Brasil. A secretária-adjunta explica que para aderir ao programa é necessário estar em situação de extrema pobreza, com renda mensal de até R$ 105 por pessoa, ou de até R$ 210 para famílias que possuam gestantes ou filhos de até 21 anos incompletos. No entanto, quem faz parte do CadÚnico e não se enquadra para receber o Auxílio Brasil, tem acesso a outros benefícios como tarifa social da água e luz, cestas básicas, entre outros.
Elenir Chapuis destaca que ao longo da pandemia e neste período pós-pandemia o número de famílias que precisaram do Auxílio Brasil aumentou em Passo Fundo. Antes eram cerca de 6,7 mil famílias e atualmente são 7,9 mil, um aumento de mais de mil novos beneficiários. A secretária destaca que além de mais pessoas precisarem de ajuda em razão da crise econômica, o sistema ficou sem cadastrar novos usuários durante a pandemia, voltando a receber novos inscritos no início do ano.