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Saúde

Vacinação em massa precisa ser global para evitar novas variantes, explica médico

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Miotto
vacinação
Divulgado cronograma de vacinação para sexta, sábado e segunda em Passo Fundo

Desde que a pandemia chegou a humanidade viu acontecer uma corrida promovida pela ciência em busca da vacinação.  Superando desafios e de forma inédita, as primeiras vacinas contra a Covid-19 chegaram cerca de um ano depois do início da pandemia.  Com tecnologia desenvolvida pelos países referência, logo a matéria-prima necessária foi compartilhada com muitos e assim iniciou-se a produção.

 

Um dos países que adotou essa prática foi o Brasil.Graças ao conhecimento já existente através do Instituto Butantã e da ciência brasileira, hoje o país ultrapassou em proporção muitos países mais desenvolvidos quando se fala em número de pessoas imunizadas. O reflexo é que, no Brasil, não houve a volta dos picos de contaminação e, até agora, a variante Ômicron não causou transtornos entre os brasileiros. Passo Fundo é uma das cidades gaúchas que ganhou prêmios pelos bons resultados da imunização e a prova veio através dos números da pandemia.  As mortes foram drasticamente reduzidas entre os moradores locais e os casos ativos estão abaixo dos 50.

 

Passados dois anos desde o início da pandemia, onde a cidade atravessou um período de forte pressão negacionista contra a vacina, assim como o Brasil, a Uirapuru conversou novamente com o doutor Júlio Stobe.  Toda a semana o médico participou da programação da Uirapuru ao vivo, respondendo a dúvidas da população e atualizando com as últimas informações sobre a busca pela vacina. Stobbe exaltou a eficácia da imunização em Passo Fundo e lembrou da importância de ter uma imunização global.  Isso quer dizer que não podemos permitir países com taxas baixas de vacinação.  Quando isso ocorre temos o campo de surgimento das novas variantes, como a Ômicron.

 

 

Stobbe finalizou agradecendo aos esforços de todos pela imunização, lembrando também do papel da Rádio Uirapuru, que em meio á escuridão da pandemia se manteve no caminho da luz da ciência, pautada pelos cientistas e médicos, informando o povo com base em fatos comprovados e que contribuíram para diminuir a pandemia.