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Educação

Eleições UPF: Chapa 1 defende sustentabilidade acadêmico-financeiro da instituição

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Nesta quarta-feira (23) mais de 17 mil pessoas, entre alunos, funcionários e professores da Universidade de Passo Fundo (UPF) vão escolher a próxima composição da Reitoria, que estará à frente da instituição até 2022. Na disputa, as chapas “UPF Mais” e o “Movimento Ação UPF – Além dos 50 anos”.

 

A eleição acontece das 9h às 21h30 em 36 mesas eleitorais disponíveis nas diversas unidades acadêmicas e na estrutura multicampi. Ontem (21), a Chapa 1 – UPF Mais participou do programa Repórter do Povo e a Municipalidade. Ela é coordenada pelo atual vice-reitor Administrativo, Agenor Meira Junior.

 

Entre os projetos estratégicos da Chapa 1 estão: ampliação do Programa de Formação Docente; conclusão da implantação da Central de Estágios e Carreiras; criação de espaço de aprendizagem; fortalecimento da comunicação institucional integrada e da marca UPF; fortalecimento de ensino inovador em todos os cursos; fortalecimento e ampliação das relações de cooperação; implantação do Centro UPF de Cultura e Desenvolvimento Social; implantação do projeto “Quero Ser UPF”; manutenção e ampliação da política de inclusão e da oferta de gratuidades educacionais; potencialização da Divisão de Avaliação Institucional; e utilização da modalidade EAD.

 

O professor Agenor destacou que a Chapa 1 tem como credencial muitos anos de universidade, muitos serviços prestados e muita experiência em gestão, principalmente em um momento em que a instituição mais precisa. Frisou que é necessário uma equipe que conheça a gestão no sentido mais amplo. Compõe a chapa ainda os professores Rosani Sgari, Jurema Schons, Edemilson Jorge Ramos Brandão e Adriano Lourensi.

 

O candidato a reitor, Agenor ressaltou que o grupo trabalha com o conceito de sustentabilidade acadêmico-financeiro. Explicou que não há um protagonismo do administrativo-financeiro sobre o acadêmico, por outro lado, todos os projetos acadêmicos têm que ser sustentáveis. Contou que esse equilíbrio tem levado a universidade à situação econômica que está hoje, de estabilidade, tranquilidade e com crescimento.

 

A candidata à vice-reitoria de Graduação, que também é a atual responsável pela pasta, Rosani Sgari, destacou que, diante da crise no país, a UPF não fechou nenhum curso de licenciatura e continuou formando professores. Salientou que, ao formar professores, as licenciaturas deixam legados à sociedade, com ganhos incalculáveis. Rosani destacou que não há como a sociedade se desenvolver se não tiveram professores.