“Ninguém sai da Expointer com a mesma visão que entrou”, destaca subsecretário do Parque Assis Brasil
O dia chuvoso não impediu que os visitantes pudessem prestigiar a 44a Expointer. Mesmo com público tímido, o dia foi de muitos negócios no Parque Assis Brasil. Em entrevista à Uirapuru, o subsecretário do Parque, Gabriel Fogaça, destacou que as expectativas foram atendidas, tanto de público como de exposições.
Diferente da edição do ano passado, essa Expointer é de retomada, destacou Fogaça. Foram mais de 4 mil animais inscritos, 210 estandes no Pavilhão da Agricultura Familiar, 130 permissionários e 85 estandes de máquinas, nessa edição da feira. Fogaça disse que os estandes de máquinas só não tiveram um número maior em razão da pandemia. Com a redução da velocidade da produção das máquinas e atraso das peças, muitas empresas ficarão na fila de espera nas linhas de produção. Isso saturou as vendas dos maquinários.
Ele explica que muitos expositores estão com máquinas vendidas até o final do ano. A feira, por sua vez, vem para criar relações de network. A pessoa vem, faz o contato, e a partir dali começa a negociação. Por fim, o subsecretário disse que a feira está muito interessante em termos de tecnologia.
“Ninguém sai da Expointer da mesma forma que entrou”, pontou o subsecretário do Parque, Gabriel Fogaça.
Em relação a medidas sanitárias, disse que todos estão cumprindo a risca o que foi determinado pela organização da feira. Há contadores eletrônicos instaladas nos pavilhões que contabilizam o número de pessoas que estão dentro do local. Quando chega perto do número máximo de pessoas acende uma luz amarela, e quando chega o número máximo de pessoas uma luz vermelho é acesso e as entradas são interrompidas até diminuir o número de pessoas. Tudo para garantir a segurança dos visitantes e expositores.