“Não teremos um aumento significativo dos preços no final de ano”, avalia diretor de distribuidora
Além do assunto pandemia o que domina o momento é a inflação dos alimentos. Sabemos que há relação direta com a pandemia, com a redução de produção e aumento de consumo que vem se arrastando desde o ano passado. No entanto, o consumidor já não sabe o que fazer pra driblar a alta dos alimentos e a grande pergunta é: o que esperar nos próximos meses, agora que muitas atividades estão já normalizadas?
Falando sobre o assunto, participou da programação da Rádio Uirapuru, o diretor da Oniz Distribuidora, José Luiz Turmina. O empresário tem contato direto com quem produz, e faz a distribuição para os mais diferentes campos comerciais de diferentes estados.
De acordo com Turmina, neste ano a pressão de preços aconteceu em decorreria do aumento do consumo e também da falta de insumos. Disse que o aumento dos insumos foi tão grande que os fornecedores, que antes reajustavam os preços uma vez por ano, aumentaram, pelo menos, duas vezes os preços em 2021. Atrelado a isso está a lei da oferta e da demanda, ou seja, quando a oferta é maior que a procura, os preços caem e quando a procura é maior que a oferta, os preços aumentam.
Conforme o empresário, não teremos um aumento significativo dos preços no final de ano. Turmina destaca que dificilmente teremos um terceiro aumento de mercadorias. O que deve ocorrer é o contrário, algumas empresas devem aproveitar a data para realizar promoções.