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Região

Carazinhenses protestam contra a localização de Cadeia Pública Feminina

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Conforme os organizadores, a mobilização, além de comunicar a gravidade e as consequências que essa obra trará para o meio ambiente e, consequentemente à comunidade, tem o intuito de levar o governo do estado a rever o local para a construção do presídio.
Conforme os organizadores, a mobilização, além de comunicar a gravidade e as consequências que essa obra trará para o meio ambiente e, consequentemente à comunidade, tem o intuito de levar o governo do estado a rever o local para a construção do presídio.

Mais de 300 pessoas entre empresários, agricultores, grupo de motoqueiros, representantes de entidades de classe, lideranças políticas, imprensa e comunidade em geral protestaram na manhã desta quinta-feira (05) contra a localização da Cadeia Pública Feminina, na divisa com Carazinho.

O movimento aconteceu na BR 285 próxima a área prevista para a obra e contou com grande apoio dos motoristas que passavam pela rodovia. No ato foram realizadas panfletagens e várias manifestações de lideranças contrárias a localização da casa prisional.

Conforme os organizadores, a mobilização, além de comunicar a gravidade e as consequências que essa obra trará para o meio ambiente e, consequentemente à comunidade, tem o intuito de levar o governo do estado a rever o local para a construção do presídio.

O projeto da Cadeia Pública Feminina se arrasta desde 2007, quando o município de Passo Fundo comprou uma área às margens da BR 285, a poucos quilômetros da divisa com Carazinho.

Conforme o prefeito de Carazinho, Milton Schmitz, os carazinhenses não são contrários a construção da casa prisional, é do conhecimento de todos a necessidade dessa obra para o setor de Segurança Pública. O que se questiona é tão somente o local escolhido, próximo a divisa com Carazinho, sem qualquer estudo ou análise, sem ouvir os municípios da região.

*Prefeitura de Carazinho