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Saúde

Acompanhamento oftalmológico é fundamental para prevenção e diagnóstico precoce das doenças oculares

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Acompanhamento oftalmológico é fundamental para prevenção e diagnóstico precoce das doenças oculares

Quando diagnosticados e tratados precocemente, algumas doenças oculares evoluem de forma favorável. Por isso, o cuidado com a saúde dos olhos deve começar ainda na infância, conforme destaca a médica oftalmologista do HC, Dra. Aline Weiller dos Reis.

“O primeiro exame oftalmológico deve ser realizado ao nascimento (o teste do olhinho). Quando não há patologias nesse exame inicial e o desenvolvimento visual não traz dúvidas à família ou a(o) pediatra é importante um exame oftalmológico por volta dos três anos de idade. A criança pode ter alguns erros refracionais que não geram queixas e a família pode não perceber. Nessa consulta certifica-se de que ambos os olhos têm desenvolvimento normal. Podemos corrigir assim os erros a tempo de um ótimo desenvolvimento visual que se completa entre oito e dez anos. A graduação de óculos ainda sofre alterações até na vida adulta. A frequência das consultas é então indicada pelo (a) oftalmologista. Na maior parte dos casos varia de um a dois anos”, esclarece.

O acompanhamento oftalmológico pode identificar precocemente e prevenir doenças ao longo da vida.

“A consulta oftalmológica tem extrema importância em todas as fases da vida. Na infância, auxilia as informações para desenvolvimento completo da visão. Na adolescência e idade adulta, os cuidados principalmente por uso mais frequente da visão de perto e telas. A partir dos 40 anos, a prevenção de patologias como glaucoma. Já em idosos, o diagnóstico e tratamento precoce de degeneração da retina, catarata e doenças vasculares”, explica Dra. Aline.

Usar óculos interfere no aumento do grau?

“A importância de usar os óculos tem maior relação com a resolução das queixas como visão turva, fadiga e dor de cabeça. Normalmente ao não usar os óculos esses sintomas continuam e prejudicam a qualidade de vida do paciente. Com ou sem o uso dos óculos pode existir evolução no grau e necessidade de troca. Mesmo após o diagnóstico inicial as consultas de rotina devem ocorrer para acompanhamento adequado.”