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Empresa com unidades em Marau e Passo Fundo anuncia investimento de R$ 50 milhões

Públicado em Por RD Uirapuru / Valdir Mello
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A diretoria da empresa AGCO Grãos & Proteína América do Sul, que tem como holding a empresa GSI, esteve reunida com o prefeito de Passo Fundo, Pedro Almeida, e confirmou investimento de R$ 50 milhões nas unidades fabris localizadas em Marau e Passo Fundo. A reunião contou com a participação do secretário de Desenvolvimento Econômico, Diorges Oliveira.

Conforme o secretário, em entrevista na Uirapuru, em breve, irão desembarcar na operação de Passo Fundo grandes investimentos para ampliação da estrutura produtiva da empresa. De acordo com o secretário, os diretores da empresa explicaram que as excelentes expectativas para o agronegócio reforçam o comprometimento com a região.
Diorges explicou que o acordo prevê por parte da companhia o aporte de cerca de R$ 50 milhões, usados para ampliação das operações, além de se comprometer com a contínua geração de emprego e renda na região. Em contrapartida, o Estado vai colocar em prática mecanismos para que a empresa faça uso dos créditos de ICMS, que acumula pela natureza do seu negócio.
A partir dessa viabilização para continuidade do crescimento, a empresa vai implementar nos próximos meses um pacote de novas máquinas, linhas de fabricação de última geração, com aporte de investimento contínuo nos anos seguintes. Conforme o secretário, cerca de 26 contêineres de maquinário devem chegar à Passo Fundo nos próximos dias.

A GSI produz basicamente silos para o armazenamento de grãos. A empresa acredita que o futuro do agronegócio será o investimento em armazém e por isso está realizando essa expansão em Passo Fundo e Marau.

As novas linhas de fabricação vão incorporar melhor produtividade, segurança operacional e bem-estar aos envolvidos nas operações, proporcionando crescimento contínuo na cena do agronegócio brasileiro e também da América do Sul.

De acordo com o secretário do Desenvolvimento Econômico, a ampliação deve gerar cerca de 50 vagas de trabalho. O número de vagas não é grande, pois será contratada uma mão-de-obra qualificada para operar os equipamentos. As máquinas farão a maior parte do trabalho.

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