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Cidade

Setor de eventos se reúne com Prefeitura para discutir alternativas e novos protocolos

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru
Setor de eventos se reúne com Prefeitura para discutir alternativas e novos protocolos
Setor de eventos se reúne com Prefeitura para discutir alternativas e novos protocolos

O prefeito de Passo Fundo, Pedro Almeida, reuniu-se na última terça-feira (04), com representantes de diversos segmentos do setor de eventos para tratar dos novos protocolos que devem ser anunciados pelo Governo do Estado no dia 10 de maio. Participaram do encontro profissionais ligados à organização de eventos sociais, casas de festas infantis, food trucks, bares e casas noturnas.

De acordo com o prefeito, a Prefeitura, em conjunto com a AMPLA, vai apresentar ao governo gaúcho, novamente, solicitações para alterar os protocolos vigentes em relação ao setor de eventos, que está com suas atividades suspensas há 14 meses. Também comentou a respeito da importância da campanha de vacinação contra a Covid-19 no município. De acordo com Pedro Almeida a busca pela ampliação da cobertura vacinal é a única forma concreta para o retorno seguro de todas as atividades.

Conforme Maycon Marcondes, empresário do setor de casas noturnas em Passo Fundo, o saldo da conversa foi positivo. O empresário elogia a preocupação da Prefeitura em atender os representantes da área e buscar entender quais são as demandas exigidas. Há 14 meses sem poder trabalhar, explica que entende a situação e a gravidade da pandemia.

Por outro lado, acredita que de forma abrangente as festas clandestinas estão sendo realizadas de forma ilegal, sem qualquer tipo de protocolo. E também questiona o motivo por não abrir de forma responsável, ordenada e supervisionada os eventos e casas noturnas. Ainda, explica que não há qualquer tipo de sinalização de retorno das atividades neste primeiro momento.

Segundo Marcondes, há uma esperança e algumas informações extraoficiais que algumas flexibilizações devem ser realizadas. Espera que o governo do Estado tenha o mesmo olhar que a Prefeitura Municipal tem, de forma mais humana, pois não são somente números, mas sim pessoas que dependem destes empregos para sobreviver.