Ponto e Contraponto
Reaproximação com efeitos
A tentativa de reaproximação do PT com o PSB, articulada pelo ex-presidente Lula, reeditando uma espécie de Frente Popular dos anos 1980/1990, anima alguns grupos, especialmente de São Paulo, porque o ex-governador Márcio França tem possibilidade de ser vice na chapa de uma eventual candidatura de Lula. Por outro lado, causa constrangimento na maioria do PSB gaúcho, a começar por Beto Albuquerque indicado pelo partido como pré-candidato ao governo do Estado. Os condicionantes impostos por Beto para aceitar o desafio é que o partido tenho candidato próprio à Presidência da República, descartando, desde já, apoio ao PT. Caso a aproximação se confirme, o partido corre o risco de uma desfiliação em grupo. Não descartaria o desembarque do ex-prefeito Luciano Azevedo e do próprio Beto. A confirmar.
Pode ser o Senado
O governador Eduardo Leite tem reiterado que não vai concorrer a reeleição no próximo ano. É um dos nomes do PSDB para uma disputa interna que vai definir o candidato à Presidência da República. Disputa que tem ainda o governador de São Paulo, João Dória, o senador Tasso Jereissati e o ex-senador Arthur Virgílio. E, na hipótese de não ser o escolhido, uma das possibilidades do governador é concorrer ao Senado.
PDT se organiza
Sigo listando os prováveis pré-candidatos nas eleições do próximo ano para federal e estadual. O PDT, por exemplo, tem no ex-vereador Márcio Patussi, uma alternativa para disputa. Ele já manifestou que está à disposição.
Acordo
Na semana passada a executiva e os vereadores, Regina, Trindade, Ernesto e Gleison iniciaram conversas sobre as eleições e acordaram que o partido lançará um candidato a deputado estadual e outro a federal. Na primeira quinzena de junho será eleito o diretório e executiva municipal e após, o partido buscará os nomes para 2022.
Não decidiu
O ex-deputado estadual Juliano Roso, (PCdoB) ainda não definiu o futuro político. Poderá ser candidato a deputado estadual, o que vai depender do rumo do partido nas eleições para o governo. Manuela D´Ávila poderá concorrer, mas também depende da configuração de uma provável aliança com o PT.
Chapas possíveis I
Agora, que tal uma aliança entre MDB e PSDB para o governo do Estado? O atual vice-governador Ranolfo Vieira Júnior, sem partido, recebeu vários convites e se optar pelo PSDB poderá ser vice na chapa de Alceu Moreira, (MDB), pré-candidato já escalado por lideranças gaúchas.
Chapas possíveis II
Não está descartada a saída de Onyx Lorenzoni do DEM. Seu destino: apoiar o senador Luiz Carlos Heinze, candidato natural do PP ao governo do Estado. Onyx seria o candidato ao Senado na chapa de Heinze.
Chapas possíveis III
Se o governador Eduardo Leite for candidato à presidência, a vaga ao Senado, numa chapa idealizada entre MDB e PSDB para o governo do Estado, será de Ana Amélia Lemos que deve deixar o PP e ir para o PSDB.
Passo Fundo é exemplo
O município se destaca com a rede de proteção para crianças e adolescentes na área de acolhimentos. A parceria da Prefeitura através da SEMCAS, Conselho Tutelar, Ministério Público e Judiciário fortalece as família acolhedoras, guarda subsidiada e apadrinhamento afetivo. Das quatro casas de acolhimento em 2013, duas foram fechadas e outras duas reestruturadas para melhor atender a demanda. O projeto Egrégora do MP consolidou o apoio da sociedade através de ações que compraram móveis, brinquedos e atendimento de profissionais da saúde. Em 2020 a Prefeitura investiu nestes dois programas mais de R$ 300 mil com recursos próprios.