Comércio fechado: cada dia é uma perda sem recuperação, diz presidente do Sindilojas
O comércio gaúcho está negociando a suspensão de contratos trabalhistas diante do agravamento da pandemia. As categorias já discutem com sindicatos nas regiões mais atingidas.
Conforme a presidente do Sindilojas, Sueli Marini, desde o ano passado o comércio tem sido o foco de ficar fechado, estudos, no entanto, comprovam que não está no comércio a propagação do coronavírus. É nítido o momento que passamos, porém é necessário que todos façam algo para minimizar esse momento.
Sueli disse que outras medidas como estabelecer horários diferenciados poderiam evitar o fechamento total do comércio, dessa forma a situação não seria tão prejudicial para os empresários. Em todo o Brasil forma mais de 75 mil lojas foram fechadas em 2020.
A presidente do Sindilojas acredita que o Governo do Estado não mantenha o sistema de cogestão e uma alternativa para que o comércio não saia mais prejudicado é alternar os dias de funcionamento. Manter o comércio aberto de segunda a sexta-feira com horário reduzido e nos finais de semana manter fechado. É preciso manter uma constância, pois os impostos e salários dos colaboradores precisam ser pagos.
A classe pedirá uma prorrogação do pagamento do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) ao Governo do Federal. Sueli acredita que o empresário não terá como manter o pagamento em dia do empréstimo.
“Cada dia é uma perda sem recuperação, pois não tem resultado econômico na frente. É preciso construir uma forma consensual e harmonioso de fazer com que o resultado seja minimizado para todos”, salienta Sueli.
Ouça a entrevista com a presidente do Sindilojas, Sueli Marini: