Estilo missioneiro de Telmo de Lima Freitas marcou gerações e servirá de inspiração para jovens cantores tradicionalistas
No final desta quinta-feira (18) o Rio Grande do Sul perdeu o cantor tradicionalista Telmo de Lima Freitas aos 88 anos de idade. Às 15h ocorreu as últimas homenagens ao cantor e compositor tradicionalista Telmo de Lima Freitas, que foi cremado.
Telmo é autor de clássicos do cancioneiro gaúcho como Cantiga de Ronda, Prece ao Minuano e Baile de Rancho. Foi melhor compositor e melhor CD regional no Troféu Açorianos com o álbum ‘A Mesma Fuça’. Em 2009, foi o patrono da Semana Farroupilha. Esquilador foi a grande vencedora da 9ª Califórnia da Canção Nativa de Uruguaiana, em 1979, com o troféu Calhandra de Ouro.
Natural de São Borja, ele vivia com a família em Cachoeirinha. O tradicionalista havia completado 88 anos de idade no dia 13 de fevereiro.
A notícia trouxe triste aos gaúchos e faz refletir e lembrar de outros grandes artistas gaúchos que perdemos com o passar dos anos. Perdemos Porca Véia no ano passado e há poucos anos Rui Biriva.
Em entrevista à Uirapuru, Edgar Paiva, lamentou a morte de Telmo de Lima Freitas. O artista tinha uma voz inconfundível e uma maneira sublime e diferenciada na hora de compor as músicas. O estilo missioneiro de Telmo marcou gerações e será lembrado para sempre, destaca Paiva.
Telmo servirá de inspiração para os jovens músicos que mantém viva a música e a tradição gaúcha.
Ouça a entrevista com o Edgar Paiva: