Porto Seco: Receita Federal precisa definir plano de trabalho antes de obra iniciar em Passo Fundo
O Porto Seco de Passo Fundo é um antigo sonho que chegaria para impulsionar a logística da cidade às margens da BR 285, próximo do bairro Zachia.
Em junho deste ano o prefeito Luciano Azevedo esteve reunido, em Brasília, com o subsecretário de Administração Aduaneira da Receita Federal, Marcus Vinícius Pontes, para tratar da instalação do porto seco.
Ontem (13), a Uirapuru recebeu a informação que já haveria movimentação no local onde seria construído o porto. Em entrevista durante a tarde na Uirapuru, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Carlos Eduardo Lopes Silva, explicou que não se trata do porto, mas sim de alguma obra privada.
Conforme o secretário, para que qualquer ação seja tomada rumo à construção do porto é preciso que a Receita Federal, em Brasília, autorize e libere um esquema de operação, definindo como vai trabalhar. O porto seco nada mais é que um local onde produtos de outros países podem chegar, serem fiscalizados, tributados e depois despachados. O mesmo pode ocorrer com produtos nacionais e que serão exportados. Passo Fundo possui muitos destes produtos que acabam tendo mais custos em deslocação até os portos da Receita.
Se o porto seco for implementado os empresários locais e regionais ganham e a comunidade também. O secretário revelou que há duas áreas que podem ser usadas para o porto seco, uma na BR 285 e outra na ERS 324, próximo do trevo de acesso a Carazinho. Estas áreas são privadas e empresários estão colocando como opção para facilitar a vinda do porto.
Ainda neste ano a prefeitura vai conversar com a Receita Federal novamente na tentativa de acelerar o processo.