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Economia

Fronteira com o Paraguai é reaberta, mas comerciantes de Passo Fundo ainda não tem acesso ao país

Públicado em Por RD Uirapuru / Mateus Pirolli
Fronteira com o Paraguai é reaberta, mas comerciantes de Passo Fundo ainda não tem acesso ao país a imagem mostra a ponte da amizade, na divisa com o Paraguai
Fronteira com o Paraguai é reaberta, mas comerciantes de Passo Fundo ainda não tem acesso ao país

Após quase sete meses, a Ponte da Amizade foi reaberta, ontem (15). A fronteira liga Cidade do Leste, no Paraguai, e Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. A Fronteira com o Paraguai é reaberta, mas comerciantes de Passo Fundo ainda não tem acesso ao país.

Desse modo, governo paraguaio divulgou protocolo rigoroso sanitário para a travessia de moradores pela ponte.

Nos primeiros 15 dias, portanto, apenas veículos poderão entrar no país, das 5h às 14h, com retorno até a 0h. A migração do Paraguai, no entanto, recomenda que quem passar pela fronteira fique no país até 24 horas.

O governo brasileiro autorizou a entrada de estrangeiros no país e também o sentido inverso, mas sem a definição exata sobre veículos ou pedestres. No decreto brasileiro, também não há definição sobre o horário de entrada na ponte.

Passo importante

Conforme o comerciante Francisco Brasil, que possui uma banca no camelódromo de Passo Fundo, a reabertura foi um passo importante para a retomada do comércio.

O comerciante informou, porém, que neste primeiro momento, a ponte foi reaberta para moradores de Foz do Iguaçu, ou seja, moradores de outros locais ainda não podem cruzar a fronteira.

Portanto, a Fronteira com o Paraguai é reaberta, mas comerciantes de Passo Fundo ainda não tem acesso ao país.

Controle rigoroso

O controle do fluxo de pessoas será rigoroso. Ônibus, motos e pedestres não podem cruzar a ponte, sendo assim, apenas veículos poderão circular com as pessoas cadastradas.

As medidas estão sendo tomadas para evitar aglomerações e tumultos durante a retomada. O comerciante acredita que aos poucos o Paraguai liberará mais pessoas e outros veículos, conforme o andamento da reabertura.

Falta de mercadoria

As lojas que trabalham com bazar e brinquedos registram falta de produtos. O Paraguai é o principal fornecedor desses itens e com a fronteira fechada, o acesso aos produtos ficou difícil.

São Paulo, que possui um comércio de rua muito forte, trabalha mais com roupas e calçados.

Conforme Francisco Brasil, a expectativa é que até o Natal a situação esteja normalizada e aproveite  data para correr atrás do prejuízo que 2020 trouxe.