Skip to content

Região

Associação dos Municípios do Nordeste do Estado pede desvinculação da região de Passo Fundo

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

A Associação de Munícipios do Nordeste Riograndense (Amunor) encaminhou nesta segunda-feira (04) um documento ao Governo do Estado manifestando sua inconformidade e repúdio aos procedimentos adotados através do último decreto estadual. A região do Nordeste Riograndense é formada pelos municípios de: Água Santa, Barracão, Cacique Doble, Capão Bonito do Sul, Caseiros, Ibiaçá, Ibiraiaras, Lagoa Vermelha, Machadinho, Maximiliano de Almeida, Paim Filho, Sananduva, Santa Cecília do Sul, Santo Expedito do Sul, São João da Urtiga, São José do Ouro, Tapejara, Tupanci do Sul e Vila Lângaro.

O documento diz que na região da entidade, segundos dados da Secretaria Estadual de Saúde, somente dois municípios apresentam casos de coronavírus e os mesmos estão tomando todas as medidas de contenção para o avanço na infecção. Fala ainda que o fato de estarem incluídos no estudo realizado com as cidades de Passo Fundo e Marau significa que tão breve não irão sair da classificação de bandeira vermelha, pois é nesses dois centros que está acontecendo os maiores casos de contaminação.

A nota fala ainda que a região da Amunor, por ser uma das regiões com menos população do Estado, por si só já apresenta um distanciamento social natural. Poucos dos nossos municípios possuem grandes centros comerciais e os que possuem já conseguem fazer um controle da população nesses espaços. Com isso, o documento solicita à Secretaria Estadual do Planejamento Orçamento e Gestão e ao governador do Rio Grande do Sul que determine imediatamente a revisão do estudo que inclui da Região Nordeste Riograndense junto ao município de Passo Fundo e Marau.

A nota ainda pede que seja criado uma sub-divisão nessa região especificamente e que possibilite sermos investigados e analisados por dados de nossa comunidade. Ainda na tarde de ontem (04), ao ser questionado sobre o assunto, o governador disse que o comitê deverá analisar a situação. Ressaltou ainda que a análise que determinou a divisão das regiões foi feita com base em critérios técnicos, entre eles o número de leitos clínicos e em UTI.