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Política

Na Uirapuru, Patric Cavalcanti diz que não será candidato a prefeito e vai seguir apoiando atual governo local

Públicado em Por RD Uirapuru / Redação Uirapuru

Nesta última semana, o então vereador Patric Cavalcanti assumiu, em Brasília, o cargo de assessor especial do Ministério da Cidadania, ao lado de Onyx Lorenzoni.

Em entrevista na Uirapuru, o ex-vereador e assessor especial falou sobre as principais ações que estão em elaboração, a adaptação na capital federal e o futuro político na cidade, com relação as eleições de outubro.

Cavalcanti contou que ainda está se adaptando e falou também que o momento em que todos vivemos é bastante atípico e diferente. Destacou que Brasília é uma cidade bastante movimentada e articulada e que agora encontra-se deserta. Para ele, isso é sinal que o Brasil está recluso e os governantes trabalhando para amenizar os impactos da pandemia da covid-19. Ele ressaltou que toda a estrutura do Ministério da Cidadania está trabalhando exclusivamente na pandemia e no auxílio emergencial.

Cavalcanti é vereador eleito de Passo Fundo em seu terceiro mandato e desde o ano passado era um dos nomes cotados pelo partido para uma possível candidatura a prefeitura neste ano. O assessor lembrou que esse foi o segundo convite que lhe foi feito para ir a capital atuar ao lado de Onyx Lorenzoni. O primeiro aconteceu ainda em 2018 durante a transição do governo. Cavalcanti contou que há dois meses recebeu novamente o convite de ir auxiliar o ministro. Disse que neste contexto avaliou muito, conversou com Lorenzoni, com o partido e vereadores para então decidir sobre a ida para Brasília.

De acordo com o passo-fundense, quando houve o início e crescimento da pandemia no mundo, iniciou uma conversa internamente para avaliar se era o momento de dividir a cidade ou se era melhor unir esforços para combater a pandemia e auxiliar a população.

Conforme Patric, após muita conversa com o ministro e o presidente estadual da sigla, foi definido em não manter a sua candidatura a majoritária e dar um suporte para a administração atual, ou seja, mantendo a mesma composição.

Sobre a possibilidade de receber o convite do prefeito Luciano Azevedo e ser o nome do governo municipal na disputa de outubro, Cavalcanti disse que se o convite ocorrer é uma avaliação que terá que ser feita e de forma criteriosa. Disse que não aceitou o desafio de ir ao Ministério para fazer um jogo político em Brasília, trabalhar dois ou três meses e retornar. Afirmou que se fosse para definir ser candidato, teria ficado na cidade.

Cavalcanti afirmou também que até o momento não existe uma conversa para isso e nem convite feito por parte do prefeito Luciano Azevedo.

Ouça a entrevista com o Patric Cavalcanti: